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Aceitar ou renunciar uma circunstância, faça a SUA ESCOLHA - História Motivacional

Arthur-Boorman
Arthur Boorman é um Veterano da Guerra do Golfo. Após várias centenas de saltos de para-quedas muitas foram as lesões na coluna e nas pernas que o impediam de caminhar.

Depois de ir a muitos médicos, todos eram unânimes, nunca mais poderia voltar a caminhar de forma correta, sem a ajuda de muletas ou cadeira de rodas. Passou quinze anos a aceitar e a viver o dito diagnóstico, aumentando tremendamente de peso, agravando consequentemente a sua situação. Mas, aos 47 anos, Arthur Boorman decidiu que tinha chegado o momento de mudar a sua realidade. Com a ajuda de yoga e uma mudança de pensamento, emagreceu 70 kilos e apenas 10 meses depois de ter iniciado a sua mudança, voltou a caminhar e a correr de novo.

Foi um caminho difícil, pois caíu muitas vezes, mas o acreditar em si mesmo e que iria atingir o seu objetivo, fez com que as quedas que teve apenas fossem meros obstáculos no alcançar do seu grande objetivo – voltar a a caminhar de novo!

O vídeo “Never, ever give up. Arthur’s Inspirational Transformation!” que Arhur Boorman criou a retratar o seu caso, mostra que o poder do pensamento acompanhado de insistência, persistência e nunca desistência, é o que nos leva a alcançar metas e objetivos, muitas vezes quase impossíveis.

“Nunca se deve subestimar o que se pode alcançar quando acreditamos em nós mesmos! - Arhur Boorman


Até já!

Persuasão - Como escrever de forma persuasiva

Atualmente, a maioria de nós não está habituado a ler, seja em jornais, revistas ou livros, que não pareçam falar daquilo que queremos ouvir. O marketing e em especial a comunicação, tornou-se essencial para que hoje sejamos abordados com conteúdos aparentemente personalizados. Isso sugere-nos portanto, que o uso adequado dos textos e da escolha de corres em muitos ambientes, diferenciem um artigo escrito “para o leitor” e com quem ele se identifica, e um artigo que apesar de ser rico em informação, nunca irá ser conhecido. Contudo, se a intenção é transformar, por exemplo, um transeunte online num leitor assíduo de um blog ou fazer com que alguém fique fascinado com algo que escrevá-mos, existem técnicas para influenciar esse processo.

Ao escrever, inicialmente devesse ter muita clareza em relação aos objetivos daquilo que queremos e conhecer profundamente o publico com quem queremos “falar”. Depois, devemos de ser capazes de transmitir com vitalidade porque ele escolheu a melhor opção, quando optou pelo nosso artigo, livro. Os nossos textos devem  fazer com que os leitores entendam que nós conhecemos os seus problemas e, ao mesmo tempo, devem combater todas as objeções que eles possam ter em relação ao tempo que estão a despender a ler algo da nossa autoria.

Conselhos práticos para se escrever de forma persuasiva
  1. Escolha bem as primeiras palavras de um texto, escolhendo introduções atraentes e que despertem o interesse pela continuação da leitura.
  2. Fuja dos textos que mais parecem autenticas publicidades ou que parecem slogans de empresas.
  3. Procure sempre “dialogar” com os seus leitores, tentando mostrar que o discurso fala claramente com eles.
  4. Tente fazer com que os leitores gostem de si, mostre-se simpático.
  5. Apresente-se sempre de maneira positiva.
  6. Fale sempre com uma intenção de oferecer vantagens e benefícios.
  7. Ao usar os aspectos racionais, não seja ambíguo, mostre e argumente.
  8. Apele para as emoções, utilizando expressões como “sentir”, “tocar”, etc.
  9. Depois de tudo escrito, tente ler com se fosse um leitor, e veja se sente empatia e ligação com as suas palavras.

Mesmo que gostemos de pensar que somos seres racionais e que tomamos sempre as nossas decisões baseadas em factos, argumentos lógicos ou números, parece que os nossos cérebros são mais sensíveis ao que temos de menos prático e racional, as nossas emoções. Sendo que as palavras apenas são mais um exemplo onde se pode persuadir com mais ou menos eficiência, dependendo da nossa “qualidade como persuasor” quando escrevemos algo.
Leia mais sobre persuasão, escolhidos especialmente para si:
Até já!

As Sete regras da Motivação - que você deveria usar


  1. Estabeleça uma meta especial, de longo prazo, e siga-a. O percurso da vida tem mini-metas que podem seguir várias direções. Quando você aprende a ter sucesso nas mini-metas, você estará motivado para as metas especiais e de longo prazo.
  2. Termine sempre aquilo que começa. Deixar um projeto a meio não útil para ninguém. Desenvolva o hábito de terminar tudo aquilo que começa, para que nos projetos posteriores sinta que por mais difícil que seja, você “não deixa nada pela metade”.
  3. Socialize com outras pessoas de interesses similares ao seu. Pois, o apoio mútuo é muito motivador.  Se conviver com amigos perdedores o mais provável é ser-lo também ou se pelo contrário eles são vencedores, você terá o apoio deles para também o ser. Ou seja, para se ser cowboy, devesse associar com outros cowboys.
  4. Aprenda a aprender. A dependência de outras pessoas para o cultivar do conhecimento suporta o hábito da procrastinação. Você tem a capacidade de aprender sem instrutores. Na verdade, quando aprendemos a arte da auto-educação, vamos encontrar, se não criar, oportunidades para encontrar o sucesso além dos nossos sonhos.
  5. Harmonize o seu talento natural com o interesse que o motiva. Talento natural cria motivação, motivação cria persistência e persistência cria com que os trabalhos tenham um início e um fim.
  6. Aumente os conhecimentos daquilo que o inspira. Quanto mais souber sobre um assunto, mais quererá saber sobre ele. Uma espiral de conhecimento se cria com a busca de informações sobre aquilo que é inspirador.
  7. Arrisque. Falhar e voltar atrás são elementos motivadores. O fracasso é uma ferramenta de motivação e de aprendizagem. Ninguém nunca conseguiu algo que lhe motivasse sem não ter passado por uma sequência de fracassos.
Até já!

Agradeça em vez de se queixar


A vida é tão curta que costumamos concentrar-nos tanto naquilo que nos falta que acabamos irremedialmente por esquecer de agradecer tudo aquilo já temos. Não estou a dizer que o pouco nos basta para vivermos felizes e contentes, nem que não devemos ir atrás de mais amor, mais felicidades e mais conquistas. O facto é que se não valorizarmos o que já possuímos, nunca ficaremos satisfeitos, procurando sempre aquilo que não temos.
Podemos e devemos desejar sempre algo maior, porém, não nos devemos esquecer de tudo o que já conquistamos até hoje. Agradecer as hipóteses e as conquistas que a vida já nos proporcionou é sem sombra de dúvida a forma mais inteligente de reconhecer o quanto abençoados somos. Quando reconhecemos o quanto somos felizes pelo que fomos capazes de alcançar, isso faz-nos abrir as portas para novas realizações. Visto que, a gratidão cria uma energia que atrai o bem para as nossas vidas. Isto sem dizer que, quanto mais agradecemos, mais realizados nos sentimos.

Assim sendo, antes de dizer que lhe falta isto ou aquilo na sua vida, agradeça por tudo o que já tem. Seja grato por cada oportunidade. Tal como é certo que devemos dar para receber, também é muito verdade que devemos agradecer mais para alcançar mais.

Até já!

Como Steve Jobs e a Apple mudaram o Mundo


Steve Jobs foi um famoso empresário, conhecido pelos seus grandes desenvolvimentos no mundo da tecnologia. Quase todos nós já usamos ou já vimos algum dos nossos amigos usar algo desenvolvido por Jobs. Ele teve muitas das ideias que mudaram por completo o mundo dos PC’s, tablets, mp3’s, música e cinema.
Steve foi o primeiro a impulsionar o desenho de interfaces gráficas amigáveis para o usuário, por meio de ícones no lugar dos complicados comandos, foi também ele o criador do famoso rato do computador, o qual teve um papel vital através do Macintosh da Apple para popularizar o PC em meados dos anos 80.

O inicio da vida empresarial de Steve Jobs começou por ser muito atribulada, foi despedido pelos diretores da empresa APPLE COMPUTER que ele mesmo tinha fundado, depois de ter entrado em trajetória de colisão com os diretores. O seu irónico despedimento, levou o seu espírito empreendedor a criar uma nova empresa chamada NEXT e uma outra chamada PIXAR onde começou a desenvolver filmes para a Disney, criando avanços no mundo da animação, até então nunca antes visto. Toy Story, Os Incríveis, À procura de Nemo, Cars, são alguns dos filmes feitos pela PIXAR.

Anos depois, diagnosticaram cancro no pâncreas a Steve Jobs, os médicos apenas lhe davam de 3 a 6 meses de vida. Mas, após uma milagrosa operação, Jobs vence a doença com sucesso. Esse foi o ponto de viragem no destino de Steve Jobs, depois de vencer o cancro, volta a tomar as rédeas da APPLE e é a partir desse momento que começa por desenvolver o IPOD, desenvolve a loja online de música ITUNES, o revolucionário IPHONE e em 2010 o incrível IPAD. Mas, a revolução de Steve não se fica por aqui, aquele que é considerado por muitos a melhor invenção de Steve Jobs foi revelada no dia 15 de janeiro de 2008, em São Francisco, Steve apresentou ao mundo o MACBOOK AIR o computador portátil mais pequeno e de espessura mais fina da história dos computadores até à data.

Indubitavelmente Steve Jobs chegou onde muito poucos conseguiram e o terá conseguido muito provavelmente através da sua motivação pessoal. Pois, é a motivação aquilo que leva à criação de ideias, cria projetos, gera inovação e sem dúvida alguma, impulsiona o progresso.

A motivação também foi importante para:
Pois bem, Steve Jobs fez um discurso na Universidade de Stanford durante a cerimónia de graduação em Junho de 2005. Aconselho-o a ver este discurso (com legendas em português) cheio de ensinamentos e a prestar atenção às palavras de um dos maiores ícones do nosso século. RIP STEVE JOBS.

Até já!

Descubra o significado do seu olhar


Já os antigos diziam, "os olhos são o espelho da alma". Este é um dito muito vulgarizado na infância de todos nós. De facto a forma de olhar diz muito sobre uma pessoa. Através do seu brilho e movimentos, este  expressa o seu estado de alma mais profundo.
OLHAR FIXO, os olhos como que dizem “algo me interessa, ou, estou a pensar”. Um olhar fixo diz muito sobre a personalidade de uma pessoa, denotando uma pessoa com objetivos claros, de pensamentos lógicos e de alguma estabilidade, sendo um ótimo indicador de maturidade.

As pessoas que se encontram com esse aspecto, normalmente atraem a atenção do sexo oposto. Por outro lado, o olhar desorientado, desnorteado e que se volta para várias direções, diz: "estou desesperado  e necessito de algo, encontro-me distraído e procuro um passatempo, ando à procura da minha identidade, quero sair deste estado, não falo muitas verdades" ( isto quando não se tratar de pessoa tímida ).

O OLHAR DE SOSLAIO (mais conhecido como "rabo de olho"). Este tipo de olhar surge quando o corpo não se projeta para a direção do que lhe causou interesse. Este olhar pode querer dizer: "Achei-te maravilhoso(a), infelizmente não posso parar, ou melhor, os padrões éticos não me deixam ir a seu encontro". Contudo este olhar também poderá em alguns casos indicar receio desconfiança ou medo de algo que se aproxima.

OLHOS BRILHANTES, este tipo de olhar poderá querer dizer que a pessoa está feliz, apaixonada, entusiasmada e ou alegre.

OLHOS SEMI-ABERTOS ou em forma de bico podem querer dizer "estou em dúvida, ou sou contrário a..., tenho raiva, um dia vingar-me-ei". Este género de olhar poderá ter como aviso, que devemos manter distância e paciência, pois esta pessoa poderá não estar para grandes amizades. Mas, cuidado, este tipo de olhar também poderá querer dizer que a pessoa está a tentar seduzir outra. Muito cuidado no julgamento!

A próxima vez que olhar nos olhos de alguém na rua, um autêntico desconhecido, tente entender o que quererá dizer o seu olhar. Eu não sou de falar muito de mim, mas digo-lhe foi com este exercício sugerido por uma amiga minha que comecei a interpretar melhor as reações das pessoas.

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Até já!

Dicas para ter um relacionamento saudável

Não existem ingredientes especiais para que um casal não discuta e seja 100% feliz. Isso é impossível. O que se pode fazer é construir uma atmosfera para alimentar o AMOR e a TOLERÂNCIA.

Para conseguir ter um relacionamento saudável tenha em mente o seguinte:

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Nada de interrogatórios - Tratar a outra pessoa como se estivesse sempre a esconder algo, demonstra insegurança e desconfiança da sua parte. Você é um parceiro, não o seu pai ou mãe, portanto, tentar controlar o tempo do seu parceiro/a e tudo o que faz não fará com que se torne o confidente preferido dele/a.

Tenha o atrevimento para falar de tudo. Nem sempre ser recatado em público é sinónimo que se é sexualmente uma fera na cama. Os homens em especial por norma querem uma mulher que seja segura de si própria, dos seus sentimentos e da sua capacidade de amar. Isso faz com que se sintam queridos, apreciados e valorizados ao lado dessa mulher. Mas a verdade é que, por exemplo, um “amo-te” não pode ser visto como algo forçado tanto por homens e mulheres e quem o dá não deve expressa-lo sem tremores quando o sente na realidade.

Amor + Sexo, e não Sexo + Sexo. O sexo é importante, mas não pode ser sempre a prioridade numa relação. A cama não se pode converter no sítio onde se resolvem todos os conflitos do casal. Uma conexão física, sexual, uma intimidade sentimental e corporal são os ingredientes principais para que o amor e atração se mantenham vivos e saudáveis numa relação.

Nada de ameaças. Dar ultimatos todas as vezes que exista um mal-entendido ou uma discussão, não é uma forma saudável de manter uma relação. De facto, essa é a ideia errada de um relacionamento. Mas, apesar disso, uns fazem ameaças de mais quando o tema do compromisso surge à tona de uma conversa, outras vezes apenas para chantagear e manipular.

O físico não é a prioridade. Não se pode negar que no caso dos homens, que todos gostam quando uma mulher põe um vestido sexy, que compre roupa interior especial para uma noite romântica ou que saiam para uma festa e a sua companheira deslumbre os convidados com a sua beleza. Mas, mulheres que são inseguras com o seu aspecto 24 Horas por dia, é das coisas que mais preocupa um parceiro do sexo masculino.

Como leu é simples manter um relacionamento saudável. São os pequenos gestos, falas e entrega que fazem com que as pessoas adorem amar e ser amadas. Sendo por isso que recomendo, não se feixe ao amor, ele é a melhor coisa do mundo. 
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Até já!

Teste de Personalidade - para pessoas dos 8 aos 88 anos

Aqui vai um teste divertido. E muito utilizado pelos Departamentos de RH de empresas, a fim de escolher futuros colaboradores.

Pegue num lápis/caneta e papel, e escolha apenas uma opção para cada pergunta. Não vale espreitar... Senão perde a piada e deixa de ter sentido este Teste de Personalidade - para pessoas dos 8 aos 88 anos.


Quando terminar, mostre-o aos seus amigos, com a pontuação que teve, para que te possam conhecer um pouco melhor.

1. Em que altura do dia se sente melhor?
(a) de manhã.
(b) durante a tarde e anoitecer.
(c) à noite.

2. Na rua caminha...
(a) bastante rápido, com passos grandes.
(b) bastante rápido, com passos curtos e rápidos.
(c) não muito rápido, com a cabeça bem levantada para veres em redor.
(d) não muito rápido, olhando para o chão.
(e) muito devagar.

3. Quando fala com os outros...
(a) cruzas os braços.
(b) entrelaça os dedos das mãos.
(c) pões as mãos nos bolsos.
(d) toca ou empurra a pessoa com quem está a falar.
(e) mexe nas orelhas, na barba ou no cabelo.

4. Quando está muito relaxado no sofá, senta-se com...
(a) as pernas juntas e os joelhos dobrados em angulo recto.
(b) as pernas cruzadas.
(c) as pernas esticadas.
(d) uma perna dobrada debaixo do rabo.

5. Como reaje a algo realmente divertido?
(a) com uma gargalhada notável.
(b) com uma gargalhada, nao muito forte.
(c) com um risinho baixinho.
(d) com um sorriso timido.

6. Quando vai a uma festa ou reunião social...
(a) faz uma entrada espetacular para que todos o vejam chegar.
(b) faz uma entrada modesta e procura alguém conhecido.
(c) entra o mais secretamente possível e tenta passar despercebido.

7. Está a trabalhar, muito concentrado, quando de repente lhe interrompem. Como reaje?
(a) não se importa e até aproveita o momento para descansar.
(b) fica subitamente irritado.
(c) varia entre estes dois extremos.

8. Qual e a sua cor preferida?
(a) vermelho ou cor-de-laranja.
(b) preto.
(c) amarelo ou azul claro.
(d) verde.
(e) azul escuro ou purpura.
(f) branco.
(g) castanho ou cinzento.

9. Depois de se deitar, e enquanto não adormece, fica...
(a) de barriga para cima.
(b) de barriga para baixo.
(c) de lado, ligeiramente dobrado.
(d) com um braço debaixo da cabeça.
(e) com a cabeça debaixo da almofada.

10. Normalmente, sonha que...
(a) está a cair.
(b) está a lutar ou a fazer um qualquer esforço.
(c) está à procura de alguém ou de alguma coisa.
(d) está a voar ou a flutuar.
(e) raramente se lembra dos sonhos.
(f) os seus sonhos são sempre agradáveis.

PONTUACAO:
1. (a) 2 (b) 4 (c) 6
2. (a) 6 (b) 4 (c) 7 (d) 2 (e) 1
3. (a) 4 (b) 2 (c) 5 (d) 7 (e) 6
4. (a) 4 (b) 6 (c) 2 (d) 1
5. (a) 6 (b) 5 (c) 4 (d) 2
6. (a) 6 (b) 4 (c) 2
7. (a) 6 (b) 2 (c) 4
8. (a) 6 (b) 7 (c) 5 (d) 4 (e) 3 (f) 2 (g) 1
9. (a) 7 (b) 6 (c) 4 (d) 2 (e) 1
10. (a) 4 (b) 2 (c) 3 (d) 5 (e) 6 (f) 1

Agora some o número total de pontos.

MAIS DE 60 PONTOS:
É egoista, vazio e extremamente dominador. Os outros vêem-no como alguém com quem devem lidar com cuidado e nao confiam muito em si. No entanto admiram-no e talvez até desejem ser como você, apesar de preferirem não envolver-se consigo em questões demasiado profundas.

51 A 60 PONTOS:
Qualquer um vê que tem uma personalidade excitante, muito volátil e bastante impulsiva, resumindo, um líder natural a quem é fácil tomar decisões rápidas, ainda que nem sempre as correctas. Tem um espírito ousado e aventureiro, experimenta tudo pelo menos uma vez na vida, arrisca e vive grandes aventuras. Os amigos gostam da sua companhia devido à sua contagiante boa-disposição.

41 A 50 PONTOS:
É uma "lufada de ar fresco", uma pessoa ativa, encantadora, divertida, prática e sempre interessante. Alguem que está constantemente no centro das atenções, mas suficientemente bem equilibrado para que não lhe suba o protagonismo à cabeça É considerado amável e compreensivo, aquele que está sempre disposto a alegrar e ajudar os outros.

31 A 40 PONTOS:
É sensato, cuidadoso e prático. Uma pessoa "às direitas", dotada, talentosa, mas modesta. Não faz amigos demasiado depressa ou facilmente, mas uma vez amigos, é-lhe fiel e espera a mesma lealdade em troca. Aqueles que conseguem realmente conhecer-lhe compreendem que demora muito tempo até ganhar confiança nos outros e mais tempo ainda se essa confianca for traída.

21 A 30 PONTOS:
É muito esmerado e exigente, extremamente cuidadoso, trabalhador e firme. Surpreende tudo e todos quando faz algo impulsivamente ou na emoção do momento, pois avalia sempre a situação muito cuidadosamente e só depois toma uma decisão. Esta atitude é causada, em parte, pela sua natureza extremamente cuidadosa.

MENOS DE 21 PONTOS:
É tímido, nervoso e indeciso, prefere sempre que sejam os outros a tomar as decisões e não gosta de se envolver em muitos assuntos. Quase sempre angustiado, vê problemas onde na verdade não existem e por isso quase todos lhe acham aborrecido. Só aqueles que lhe conhecem bem sabem que não o é!

Espero que se tenha divertido muito a fazer este teste. Se gostou, já sabe, partilhe-o com os seus amigos.

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Até já!

Nomofobia - a dependência do telemóvel

Se você faz parte das pessoas que não conseguem viver sem o seu celular, leia este artigo, pode ser que se surpreenda.

Muitas pessoas que usam telefones móveis, experimentam sensações desconfortáveis quando percebem que por algum motivo o seu dispositivo móvel não está acessível. Para a maioria das pessoas é fácil seguir em frente, mas para outros, sentirem que não estão em contacto permanente com o mundo é o suficiente para o despoletar de muitos dos seguintes efeitos colaterais:
  • ataques de pânico,
  • falta de ar,
  • tonturas,
  • tremores,
  • suores frios,
  • batimentos cardíacos acelerados,
  • dor no peito e
  • náuseas.
O termo científico que descreve esta necessidade de contacto permanente com o mundo é designado de nomofobia (nomophobia) que provêm do termo inglês “no-mobile phobia” (fobia de estar sem telemóvel). Os especialistas afirmam que pessoas que têm esta fobia experimentam uma grande ansiedade quando vivenciam as seguintes situações:
  • perdem  o dispositivo,
  • bateria ou créditos esgotados e
  • falta de sinal (ficar sem rede).
Investigações sobre a nomofobia

nomofobiaEm 2008 o governo Britânico realizou estudos a respeito desta síndrome. Observou que 56% dos homens e 48% das mulheres sofriam desta fobia e que 9% sentiam-se stressados quando o seu dispositivo se desligava. Já no ano de 2012 um novo estudo elaborado pela empresa SecurEnvoy revela que o número de afetados na Grã-Bretanha aumentou. Depois de um levantamento de 1000 pessoas, constataram que 77% dos indivíduos com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos sofriam de nomofobia, enquanto que na faixa dos 25 aos 34 anos, a sua incidência era de 68%. Descobriram também que 41% dos entrevistados traziam consigo dois telefones para nunca ficarem “desconectados”. A conclusão de um outro estudo, também ele realizado no Reino Unido, é que 53% dos utilizadores de telemóvel vão sofrer de nomofobia. Embora os especialistas em dependências/vícios afirmem que ainda não se pode considerar a nomofobia como um vício, muitos já acreditam que mostra todos os sintomas.

Qualquer pessoa pode sofrer facilmente de uma fobia, como o medo de ratos/aranhas, mas para aquelas pessoas que temem estar desconectados do mundo, mais do que qualquer outra coisa, poderá ser hora de procurar ajuda profissional.

Os principais sintomas da nomofobia

Os principais sintomas de uma pessoa nomofóbica são o medo de não ter à sua disposição em qualquer momento o seu/s celular/es. Um nomofóbico não consegue imaginar sair à rua sem um telemóvel, investindo em média um mínimo de quatro horas diárias consultando-o por motivos não relacionados ao trabalho.

Características dos nomofobicos

As características típicas de um nomofóbico são de muitas vezes serem indivíduos de baixa auto-estima, introvertidos e que tem as suas capacidades sociais pouco desenvolvidas. E que no seu tempo livre tendem a usar muito o telemóvel, algo que está ligado a não terem outras atividades de lazer. Contudo, existem mais dois tipos diferentes de nomofóbicos, os viciados no trabalho que estão associados a indivíduos que não querem perder qualquer oportunidade de negócio por não terem os seus dispositivos à disposição dos seus clientes e associados. E as pessoas que sentem a necessidade de estarem sempre em comunicação. Não aparentando nenhum problema de inserção social, mas que necessitam de se manter sempre em contacto para não perder nenhuma oportunidade de se divertir (a grande maioria dos nomofóbicos).

Tratamento de Nomofobia (Versão não-oficial)

O tratamentos de fobias pode ser abordado de vários ângulos diferentes, poderá passar por terapias de exposição forçada, por medicação, entre muitas outras.

Utilizando o método de terapia da exposição forçada, lentamente expõe-se a pessoa à sua fobia, primeiro através da sua mente, passando depois para uma exposição na vida real. Para alguém com medo de “perder” o seu telefone ou de “estar “desconectado” do mundo, um terapeuta pode pedir-lhes para ficar sem ele por um certo período de tempo. Poderá também sugerir que crie m horário de tempo máximo para poder usar o/s dispositivos, de forma decrescente. Ou poderá mesmo que apenas o desligue. Tudo vai depender apenas do método e estilo de tratamento que o terapeuta sinta que é o mais indicado para si.

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Aprender a lidar com pensamentos negativos é também bastante útil para bloquear toda e qualquer fobia. Praticar técnicas de relaxamento como respiração profunda, relaxamento muscular e yoga pode ajuda-la/o a lidar com os sintomas emocionais e físicos de uma fobia grave.

Uma advertência, o desenvolvimento de nomofobia não deve ser abordado como uma surpresa, esta é simplesmente uma extensão da necessidade humana de conexão. No século em que você e eu vivemos, no tempo das redes sociais, internet de alta velocidade e laptops, as pessoas sentem-se mais conectadas do que nunca. No entanto, é importante estar em paz também com a desconexão.

Apresento-lhe este vídeo sobre a nomofobia, para que fique melhor elucidado dos seus riscos, mas também para complementar alguma outra informação que possa ter ficado menos entendível durante o artigo. Até já!

Histórias inspiradoras - Coca-Cola

Sabia que a Coca-Cola atualmente é comercializada em mais de 200 países e calcula-se que em cada segundo são consumidos 10.450 unidades deste produto?

Existem vários estudos que comprovam que a marca Coca-Cola é a mais valiosa e a mais conhecida em todo o mundo, existindo até um ditado que diz que é mais fácil encontrar uma agulha num palheiro do que alguém que não conheça a marca Coca-Cola. Segundo os seus atuais proprietários, 94% do planeta consome ou já consumiu Coca-Cola.

Com o pretexto de lhe dar a conhecer esta história de sucesso, apresento-lhe este wiki sobre a marca que já conta com mais de 100 anos de existência e que é endossada por ter alcançado sucesso em mais de 80% do seu tempo de existência.

A história da Coca-Cola conta-se da seguinte forma. Reza a história que foi em Maio de 1886 na cidade de Atlanta nos EUA que um inventor e farmacêutico de 54 anos de idade chamado John S. Pemberton chegou à primeira formula da Coca-Cola. Inicialmente começo por comercializá-la como tónico para o cérebro e para acalmar os nervos, por 5 centavos numa farmácia chamada Jacob, numa média de 9 unidades diárias.

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O contabilista e sócio de então Frank Robinson foi o primeiro a batizar o tónico como Coca-Cola, tendo sido este também o criador do primeiro logo da marca. Pode parecer algo suspeito, mas segundo se consta, foi nesse mesmo ano de 1886 que a bebida iniciou o seu trajeto até à fama. Foi também nesse mesmo mítico ano de 1886 que foi oferecido ao seu criador a hipótese de a vender por todos os Estados Unidos. Posteriormente a aceitar vender a sua formula pelos restantes Estados, vendeu a sua formula por $2300 à Asa Candler, a qual em 1891 promocionou e vendeu as primeiras Coca-Colas fora do Estado da Georgia. Tendo sido apenas após um ano depois que a Asa Candler criou “The Coca-Cola Company” com um capital inicial de $100.000. Registando a patente deste produto no dia 21 de Janeiro de 1893 no escritório de registos de propriedade industrial nos EUA.

28 de Dezembro do ano de 1899 foi a data da primeira reunião com todos os empregados da companhia, na altura com não mais que 20 pessoas. Na atualidade calcula-se que trabalham direta e indiretamente para a “The Coca-Cola Company” mais de 8.000.000 de pessoas.

Em 1899 Benjamín Thomas, Joseph Whithead e o advogado John T. Lupton assinaram com a Asa Candler o primeiro contrato oficial que dava autorização para embalarem e venderem a Coca-Cola por todos os Estados Unidos. Em tão de curiosidade, foi já no ano de 1906 que se engarrafou pela primeira vez uma garrafa para fora dos EUA, Cuba e Panamá foram os países escolhidos.

Os três sócios ao obterem os direitos da marca, decidiram dividir os EUA por zonas e começaram a re-vender os direitos de engarrafamento da Coca-Cola a empresários locais. No ano de 1909 já haviam quase 400 locais diferentes para o engarrafamento da bebida só nos EUA.

Alexander Samuelsen da Root Glass Company de Indiana, em 1915 pensando numa silhueta feminina desenhou a inconfundível garrafa que conhecemos nos dias de hoje. Com esta garrafa, a companhia pretendia criar uma imagem unificada de garrafas de vidro e distinguir-se das imitações.

No ano de 1919 a Asa Candler vendeu “The Coca-Cola Company” para Ernest Woodruff por nada menos que $25.000.000. Esta época foi considerada na Timeline da Coca-Cola, como sendo a mais importante, pois segundo consta, após o filho de Ernest, Robert Woodruff iniciar a presidência da empresa comprada pelo pai, conseguiu tornar a Coca-Cola na marca mais conhecida do mundo.

Robert, fez uma excelente gestão da empresa desde que tomou a sua presidência em 1923. E uma das opções mais importantes que tomou durante a sua presidência foi a criação em 1926 do Departamento de Vendas externas, o que possibilitou que já no ano de 1928 a Coca-Cola estivesse em mais de 30 países e que durante a época da II Guerra Mundial estivesse presente em 44 países. Contudo, aquilo que transformou Robert no principal impulsionador da Coca-Cola, foi o seu desejo em 1945 de fornecer a bebida aos soldados da II Guerra Mundial. Este desejo levou a que fosse criado outro modo de engarrafamento que à época era inexistente, a lata Coca-Cola.

Estes foram os principais momentos da evolução da “Coke”. Mas, esta é uma história que podia hoje não ser um sucesso e uma inspiração, mas sim uma desilusão, pois quando o seu inventor a criou teve custos de $75 e as suas vendas não alcançaram mais que os $50. Ou seja, apesar de terem sido perdidos $25 John S. Pemberton não desistiu e foi aquele que ao não desistir, possibilitou que hoje, eu e você possamos beber uma Coca-Cola sempre que estamos numa esplanada, numa discoteca ou em muitos outros momentos de descontração.

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Até já!

Mitos sobre a infidelidade nos relacionamentos

Quando a infidelidade atinge as portas de um relacionamento, todos experimentamos a decepção, a desorientação e ficamos mesmo sem saber qual a direção a tomar depois desse momento. Sofremos ao ponto de acreditar que a nossa vida não vale nada, que não valemos absolutamente nada. E sentimos sobretudo um vazio interior muito grande.corac3a7c3a3o-partido1Ao procurarmos saídas para resolver tal situação, surgem mitos que nos impedem de ser coerentes em continuar ou em terminar a relação amorosa.

Quando há amor, não existe infidelidade. Algumas pessoas pensam que uma relação baseada no amor, compromisso e lealdade é a uma barreira contra infidelidades. Na verdade o desgaste de uma relação em vários momentos faz pagar um preço muito alto e o compromisso de fidelidade já não é o mesmo como aquando do início da relação. Pode ser que ambos já não se sintam comprometidos, ou que isso aconteça apenas com uma parte do casal. É difícil entender, mas muitos casamentos, namoros apenas se mantêm através da existência de um compromisso tácito de um membro da relação.

Um dos dois foi infiel porque faltava algo. Quando algum dos membros do casal é infiel, geralmente o argumento motivador é que o outro membro está a faltar com algo (emoção/sexualidade/aventura/etc). Não se pode negar que em todos os relacionamentos, existe sempre algo faltando. Mas, a verdade neste caso é que existem bastantes pessoas muito apaixonadas pela/o sua/eu companheira/o e que apesar de algumas carências e por mais que surja a tentação da infidelidade, não optam por ela.

Se foi infiel uma vez, sempre será. Existe também o mito de que se foi infiel uma vez, essa pessoa o fará a segunda, terceira, tantas vezes quantas necessário. Por diversos motivos, pode ser que alguns matrimónios funcionem sob este círculo vicioso de declínio, mas infelizmente dentro desse mesmo grupo estão aqueles que foram infiéis apenas uma única vez e que reconhecem que foi apenas graças a uma infidelidade na relação que lhes foi possível melhorar a sua relação amorosa, sexual e a paixão outrora perdida.

Perdoa-se tudo, menos uma infidelidade. Talvez este seja o mito mais difundido, especialmente quando a infidelidade teve uma conotação sexual. Considere os esforços feitos pela/o sua/eu parceira/o para reatar o relacionamento, avalie se quer seguir ou não com ela/e. Não dependa dos conselhos ou opiniões dos seus amigos, já que eles quase de certeza lhe vão aconselhar a que não volte para a/o sua/eu parceira/o, mesmo que numa situação idêntica eles também procedessem como você.

Se acredita no AMOR, apenas lhe aconselho, lute por ele o mais que puder e verá que é uma batalha que vale bastante apena.

Até já!

Como atingir o seu máximo rendimento

Alma Triner certo dia estava ela no seu escritório, quando ouviu baterem à porta, Triner levantou os olhos e assustou-se: já estava escuro lá fora! Nem sequer almoçara. O seu chefe esticou a cabeça pela fresta da porta entreaberta e perguntou-lhe “Quer boleia para a festa?”.

Durante alguns instantes, Alma foi dominada pela surpresa. Só depois compreendeu o sucedido. O vice-presidente de uma multinacional de consultadoria aguardava-a num jantar oferecido aos principais executivos da empresa. Mas, a verdade é que Alma nem sequer pensara nisso: desde a manhã que escrevia uma exposição a um cliente e, à medida que as ideias e as palavras lhe começaram  surgir sem dificuldade, tudo o resto lhe escapara.

“Estava a conseguir um rendimento tal”, recordou Alma mais tarde, “que cada frase, cada conceito que me ocorria se adequava perfeitamente. Mal me dava conta de tudo o resto”.

Alma Triner tinha conseguido entrar num “pico de concentração”, um termo frequentemente utilizado pelos atletas para descrever um estado de concentração tal que ficam imunes a distrações. Absorvida no seu projeto, Alma conseguiu ignorar toques de telefone, os sinais de fome e até o passar do tempo. E não só fizera um trabalho de grande qualidade como o fizera nu espaço de tempo mais curto que aquele que levariam outros colegas seus igualmente competentes.

A capacidade de dedicarmos uma atenção inabalável a uma tarefa poderá trazer-nos sucessos seja a que nível for. Pelo contrário, a incapacidade de manter a concentração poderá transformar um vencedor certo num derrotado.

O que temos que fazer para atingir o nosso máximo rendimento?

Os psicólogos que têm trabalhado no campo da maximização do rendimento e os neurologistas que têm estudado o que se passa com o cérebro em situações que onde nos colocamos no nosso estado mais produtivo, o chamado pico de concentração, fornecem-nos conselhos úteis:
  • Praticar, praticar!
Com a pratica, conseguirá a concentração mental ser desenvolvida para a utilizarmos a trabalhar, tal como o exercício faz com os músculos?. Segundo o professor de psicologia Michael Posner, da Universidade de Oregon, desempenhar uma tarefa pela primeira vez aumenta o fluxo sanguíneo e a atividade elétrica do cérebro, yoga_silmas conforme os assuntos são dominados, o fluxo de sangue no cérebro e a atividade elétrica vai diminuindo. Michael Posner, diz que quanto mais praticarmos a concentração, menor será o nível de atividade cerebral de que necessitaremos. E que as capacidades mentais dominadas num determinado campo poderão ser transferidas para outros.

“A chave” afirma Louis Csoka, que deu aulas de concentração a futuros comandantes, “é aprendermos a vencer o barulho e as interferências, tanto internas como externas”. Por exemplo, se gostarmos muito de jazz, poderemos treinar ouvindo uma música e prestando atenção apenas ao saxofone alto, deixando de lado os restantes instrumentos e a voz. Se gostarmos de futebol, poderemos treinar observando apenas um dos jogadores.
  • Siga um ritual 
Em dias de operação, o cirurgião oral Al Steunenber levanta-se sempre à mesma hora, dirige-se ao hospital sempre pelo mesmo caminho e estaciona o seu automóvel sempre no mesmo parque. De seguida enfia a parte superior do seu fato esterilizado primeiro, depois as calças, e lava sempre a mão direita antes da esquerda, antes de deslocar-se para a cabeceira do paciente, onde fica sempre do mesmo lado.

Não se trata de superstição, ao seguir o seu ritual, este cirurgião está a concentrar-se na tarefa que se segue. No momento que vai começar a operar, já está completamente concentrado. “É como um atleta ou um padre antes de uma cerimónia”, explica um professor de Crescimento Humano. “Seguir hábitos facilita-lhes dedicar toda a sua atenção ao desafio que o espera. A atividade ritual recalibra a mente”.
  • Invente desafios
turtle_skaterHá mais de cem anos, o psicólogo William James declarou que o ser humano utiliza apenas uma ínfima parte do seu potencial. desempenhamos demasiadas tarefas rotineira e fastidiosas, em que o cérebro opera quase em ponto morto. O resultado poderão ser erros por descuido ou o arrastar de trabalhos entediantes por não conseguirmos atinar com eles.

Segundo a explicação de um académico, o estádio de concentração perfeito dá-se quando as nossas capacidades se adequam exatamente aos desafios que enfrentamos. “A forma de cumprimos uma tarefa aborrecida e simples com facilidade é torná-la mais difícil. Transformando uma tarefa aborrecida num desafio, conseguiremos aplicar todo o nosso potencial. Poderemos inventar regras, estabelecer objectivos, fazer contra-relógios”. O aumento das dificuldades poderá ajudar-nos a atingir a concentração ideal.
  • Fale consigo
Ao instalar aquele sistema de irrigação gota-a-gota nas suas roseiras, repita para si mesmo: “ a linha do aspersor do tubo fica aqui, depois, a cerca de dois metros, a primeira saída…”. Esta verbalização mantê-lo-á concentrado na tarefa, reforçando os passos que for dando e recordando-lhe aquilo que é necessário fazer. Estes monólogos servem para abstrairmos a nossa mente de eventuais estímulos que nos distraiam.

1 a ae falando sozinhoAs  vantagens de falarmos connosco foram comprovadas numa atividade tão exótica como caminhar descalço sobre brasas. Ron Pekala, estudou 27 pessoas que tinham atravessado uma extensão de solo em brasa a uma temperatura de mais de 1200 graus. Aqueles que se tinham distraído acabavam com os pés queimados, mas os que se tinham concentrado, repetindo frases como “está frio, está frio”, saíram ilesos. A concentração nas palavras manteve-os sempre no mesmo nível de concentração, enquanto os outros a sua atenção foi desviada e por isso sofreram mais.
  • Esqueça o amanhã
A preocupação com os resultados desconcentra-nos, afirma a psicóloga Ellen Langer de Harvard. Quando deixamos que os nossos pensamentos voem para o futuro, perdemos a concentração do presente. A concentração no futuro e não no presente pode prejudicar qualquer atividade. “Um grande tenista pensa em ganhar aquela bola, não o jogo” afirma o psicólogo John E. Anderson, presidente do centro de psicologia desportiva de Nova York. “Uma boa bola, depois outra, dar-lhe-á a vitória no jogo”. Vários especialistas sugerem, para se manter concentrado, foque a sua atenção no “aqui e agora”.
  • Faça interrupções
Por vezes, um pequeno intervalo pode ajudar-nos a desempenhar mais rapidamente uma tarefa. Sempre que o stress ameaça a concentração, respire fundo, imaginando-se num local calmo, ou incline-se para a frente, deixando cair os braços e descontraindo todos os músculos do corpo. O som poderá também ajudar, tente ouvir um canção que lhe faça sentir feliz e que saiba que o acalma. Mas assim que recuperar, é tempo de regressar à tarefa anterior, tentando não a deixar para trás.

Até já!

Augusto Cury - escritor de Auto-Ajuuda

Hoje escrevo sobre Augusto Jorge Cury, o escritor e psiquiatra Brasileiro que já vendeu mais de 5 milhões de livros só no Brasil (agora imaginem no mundo inteiro rsrs). Contudo, não é para falar da quantidade de livros vendidos do Sr. Cury que eu escrevo este post. Escrevo sim, para chamar à atenção sobre as matérias abordadas por este autor nos seus livros.

De que fala Augusto Cury ?

Este querido escritor fala-nos de temas que interessam à maioria das pessoas que adoram aprender todos as vezes que leem um simples livro, sobre temas ligados ao seu lado social, espiritual e financeiro. Sempre de numa visão atual da realidade, com a informação bem-estruturada e prima por ter uma forma de escrever de fácil compreensão.

Vários são os livros já escritos por este extraordinário autor.
São apenas quatro exemplos de um leque de mais de quinze livros deste autor. Todos os seus livros têm apenas um objectivo principal, ajudar cada pessoa a viver melhor tanto consigo como com o mundo que os rodeia. Ao abordar temas tão requisitados hoje em dia como o lutar por sonhos, a busca pela perfeição interna e externa, aprender a ser líderes na vida/família/trabalho, e a busca da felicidade. Este escritor tornou-se nos últimos dez anos num dos escritores mais consagrados nos temas da Evolução Pessoal e na Auto-Ajuda.

augusto2No livro Treinando para ser Feliz de Augusto Cury, este faz várias reflexões sobre o que significa a felicidade. “Nunca tivemos uma indústria de lazer tão grande e diversificada, mas o homem nunca foi tão triste e sujeito a tantas doenças psíquicas. Nada é tão belo e complexo quanto a emoção. Ela é capaz de tornar ricos em miseráveis e miseráveis em ricos. Não é simples navegar nas águas da emoção, mas você pode treinar a sua emoção para ser feliz e tranquilo, para gerir os pensamentos, superar a ansiedade e descobrir coragem na dor, força na fragilidade, lições nos fracassos”.

Segundo o autor, a felicidade não é um dom, é um algo que adquirimos apenas treinando. A história da humanidade regista que, reis e súbditos, intelectuais e iletrados, grandes e pequenos, falharam em conquistar a felicidade. Neste livro, Augusto Cury, aponta-nos vários caminhos práticos para que nos eduquemos emocionalmente, para assim resgatarmos o prazer de viver.

Veja neste vídeo algumas das frases mais bonitas escritas por Augusto Cury, em vários dos seus livros


Termino este post com uma sugestão, compre um dos muitos livros deste autor, pois será bem possível que depois de o ler tome consciência de muitas coisas que se passam consigo e consiga entender-se um pouco melhor.

Até já!

Histórias inspiradoras – Red Bull

A Red Bull começou a sua história em 1982, quando um austríaco chamado Dietrich Mateschitz descobriu na Tailândia uma bebida local, Krating Daeng, que o ajudava a evitar o jet lag produzido aquando das suas viagens de negócios entre a China e Alemanha. Nesse mesmo ano, sentado no bar do Hotel Mandarin em Hong Kong e lendo um artigo na Newsweek sobre os homens que pagavam mais impostos no Japão,  Dietrich achou estranho que nem o presidente da Sony nem o da Toyota eram os vencedores deste titulo. Constatou sim, que em primeiro lugar apareceu um tal de Taisho que produzia apenas uma bebida chamada de Lipovitan. 

Como que num súbito rasgo de génio, Mateschitz pensou que também ele poderia criar uma bebida desse género. Associou-se assim a um empresário tailandês chamado Chalerm Yoovidhya e começaram a produzir uma bebida chamada "Kratindaeng". Esta bebida vendia-se em estações de serviço e ajudava a evitar que os condutores adormecessem ao volante.

Kratindaeng traduz-se por “Búfalo de água” e o seu logo foi um touro e um sol. Na mente de Mateschitz acabava de nascer Red Bull, que em inglês significa “touro vermelho”.

Entre 1984 e 1987 Mateschitz trabalhou para adaptar esta bebida ao mercado europeu. E em 1987, finalmente lançou a sua versão de Kratingdaeng na Europa sob o nome de Red Bull sendo esta uma bebida mais gaseificada e menos doce. Apesar de ter adaptado a "sua" bebida ao gosto europeu, mas deparou-se com muitos problemas. Primeiro, foi o preço, a sua bebida custava muito mais que as outras bebidas refrescantes. E segundo, não tinha uma empresa que produzisse e distribuísse eficientemente a sua bebida. Mateschitz convenceu a empresa de sumos austríaca Rauch (hoje obtém 20% da sua faturação graças ao Red Bull) a utilizar o seu conhecimento e instalações para produzirem e distribuírem a sua bebida.
Contudo, nem tudo foram rosas, porque quando começaram a surgir os primeiros resultados… foi tudo muito mau, eram milhões de prejuízos. Dietrich Mateschitz hoje recorda, “Muitos me disseram que o produto jamais ira ter valor no mercado”.

Muitos outros começaram como Dietrich Mateschitz, ficam aqui mais exemplos:
Durante um período de seis anos, Dietrich Mateschitz ocupou-se exclusivamente do mercado austríaco e em 1990 finalmente saiu da sua fase negra, alcançando o seu primeiro ano sem prejuízos. Em 1993, após ter considerado que já tinha alcançado o que desejava para o mercado austríaco, lançou-se à conquista do mercado exterior. Começou pela Hungria, Grã-Bretanha, Alemanha, USA, Suíça, Espanha, Holanda… E atualmente, a marca Red Bull, já se encontra em quase todos os países e os prejuízos de antigamente são uma utopia. Hoje em dia, esta é uma marca muito rentável, ganhando rios de dinheiro.

Como reflexão: Com tantos anos de dificuldades, será que se Dietrich Mateschitz não acreditasse na sua vitória, teria chegado tão longe? Num momento em que se pede a cada português que seja proativo na sua vida, acredito que todos nós deveríamos ser como o criador do Red Bull, fazer-se à vida e tudo fazer para mudar o seu destino. Não concorda comigo? 

Até já!

Como nos Persuadem?

Tecnicamente a persuasão não é a lavagem cerebral de um indivíduo, mas sim a manipulação da sua mente por parte de um segundo individuo, sem que o que está a ser manipulado esteja consciente do que lhe causou tal mudança de opinião.

Atualmente existem milhares de técnicas persuasivas a serem utilizadas no nosso dia-a-dia, contudo toda a base da persuasão serve para ter acesso à metade direita do nosso cérebro, o nosso lado emotivo. A metade esquerda do nosso cérebro é analítica e racional enquanto a parte que os persuasores desejam atingir é o nosso lado criativo e imaginativo. Apesar desta explicação ser algo simples, o desejo de todos os persuasores é distrair o lado esquerdo mantendo-o ocupado e captar a atenção do lado direito, mandando sugestões inconscientes para que este tome controlo das ações do indivíduo.

Noutros post's foram dadas sugestões de como deve proceder para atingir o lado direito do cérebro da pessoa que quer ver persuadida:
Neste post, iremos abordar um exemplo real de persuasão e perceber como é que um grupo de comerciantes utilizaram técnicas persuasivas para resolverem uma situação incomodativa.

Exemplo real de persuasão

Os proprietários de alguns estabelecimentos comerciais nos Estados unidos estavam fartos de que grandes grupos de adolescentes se reunissem todas as noites no parque de estacionamento dos seus estabelecimentos. Devido principalmente,  porque eram frequentes lutas e venda de droga. Para conseguirem que estes indivíduos se fossem embora decidiram colocar altifalantes nos parques de estacionamento e por a tocar músicas de Frank Sinatra com o volume no máximo. Como era previsível, os adolescentes saíram deste parque aterrorizados.

Este pequeno "experimento" demonstra o poder de uma das técnicas mais antigas e simples de modificação de comportamento: o condicionamento baseado em castigos ou recompensas. Neste caso, a punição para o encontro no estacionamento era a música de Sinatra, que conseguiu provocar uma mudança radical no comportamento dos adolescentes.

Até já!

A regra de ouro - na resolução dos problemas

É uma realidade que muitos dos nossos problemas são ocasionais e que ocorrem muitas vezes em situações rotineiras. O que muitas pessoas não sabem é que é bastante mais benéfico pensar que esses “problemas” têm geralmente uma solução e aceita-los, como sendo algo do destino, do que preocupar-se continuamente sobre o que sucedeu. Pois, tal como sugerem muitos psicólogos, aceitar os factos das ocorrências é mais fácil na hora de encontrar uma possível solução, principalmente quando se trata de solucionar problemas pessoais. Quando uma pessoa vê-se diante de uma situação complicada, difícil de resolver, e já tem no seu cérebro a etiqueta “problema sem solução”, o habitual é criar um bloqueio interno e não saber reaccionar de acordo com a realidade apresentada. 

A regra de ouro na resolução de problemas

Basicamente, um indivíduo com as características anteriormente apresentadas, o que deve fazer é tentar não ficar atrapalhado ao tentar mudar os factos e sobretudo não ficar a pensar uma e outra vez no que podia não ter ocorrido. O melhor nestes casos é:
  1. perguntar-se qual é o problema, 
  2. raciocinar sobre o que aconteceu
  3. entender em que nível esta o problema, numa escala de 1(irrelevante) a 10(perigo)
  4. se o problema estiver entre 1 e 6, fazer de tudo para despreocupar-se (ex: partilhar isso com alguém; ocupar o cérebro com outra coisa)
Aqui o ponto principal é ter consciência de que todos somos humanos e todos erramos. Não devendo martirizar-se com o que acontece consigo.

Recorde-se da máxima: A vida são dois dias! Para que é que se vai estar a preocupar num desses dias com problemas?

Até já!

*A chave para o sucesso*



Aqui fica o vídeo que para mim é a chave para o verdadeiro sucesso de uma pessoa na vida. Descobre os factores que alteram por completo o rumo das pessoas normais, transformando-as em campeões.




Tímido, timidez, um problema da nossa sociedade.

Ser tímido é um problema que afecta muitas pessoas na nossa sociedade, mas a mudança de um ser exageradamente tímido a um ser confiante e confortável em sua própria pele é possível nos dias de hoje.

A maldita timidez atrapalha a vida de muitas pessoas. É uma, das mais dolorosas condições com a qual um ser pode viver, mas infelizmente, é que quase sempre as pessoas que sofrem deste problema, é que não procuram ajuda por causa do medo ou do embaraço de expressar o que está mal consigo e falar com alguém sobre o que está mal. Devido a isso, a timidez prende a pessoa na dor e no sofrimento emocional.

Passar uma vida inteira de sub-realizações, sentindo solidão e ataques de pânico e depressão, e sendo incapaz de pedir ajuda, acredito que deve ser bastante dificil para qualquer um.
Mas o reconhecer do problema é o primeiro passo para romper o padrão auto-destrutivo da timidez e começar a construção de uma nova vida.

O problema da timidez, ainda não completamente reconhecido nem estudado, tem muitas causas, podendo ser, por causa da nossa educação, pela nossa própria incapacidade social, entre muitas outras razões.

Ser timido é olhar para si mesmo, esquecendo por completo de olhar para os outros. É sentir que as pessoas são hipercríticas em relação a si e que toda a atenção delas está centrada simplesmente em si.
A auto-imagem crítica, faz com que se sintam inferiores, criando frequentemente uma ideia errada do que os outros estão a pensar. Acreditam que as pessoas com quem interagem estão apenas focalizas nos seus pontos menos bons, esquecendo por completo de obvservar as suas qualidades. Socialmente, podem ficar embaraçados com alguns maneirismos, com seu corpo ou aspectos do seu caráter e achar que a pessoa com quem estão a falar, apenas está a prestar atenção a isso.
Concentrando-se em seus supostos defeitos, ignorando seus pontos fortes, tornam com isso, o fracasso mais provável.
É preciso apenas um evento negativo para fazer de alguém um indivíduo tímido, contudo os efeitos que são criados depois disso, têm uma abrangência incrível: podem limitá-lo com os seu relacionamentos, com a sua vida social, sua habilidade de interagir com os outros, e fazer com que se sinta demasiado transtornado para sair de casa, mesmo para umas simples comprinhas.

Achar que algo é chato e desinteressante, que não têm nada a acrescentar numa conversa ou temer que as pessoas se riam de vocês, acreditem, que não se deve pensar assim.
As manifestações deste problema, leva o indivíduo a, culpar-se com a menor ocorrência e mortificarem-se por estare a mostrar ao mundo uma manifestação física de timidez. Essa culpa fica pior à medida que essa pessoa se enreda mais e mais no mal-estar e no embaraço do que considera um sintoma físico constrangedor.

Mas, como eu neste post disse, se em bébé, foram capazes de serem conscientes e livres de vós mesmos dentro de um universo como pessoa completa, então serão perfeitamente capazes, com trabalho e crescente sentimento de amor-próprio, de voltar a esse estado de bem-estar.

Contudo, infelizmente como consequencia deste problema, podem sugir muitas doenças físicas, devido à nossa mente estar conectada com o nosso corpo. Vejamos, um exemplo em que a nossa timidez, e consequente estima, altera o rumo da nossa vida. O Dr. Bernie Siegel, em seu livro "Love, medicine and miracles" (Amor, medicina e milagres), afirma que os pacientes com cancro que acreditam que têm o direito de viver até os cem anos e "curtem" a vida com paixão são pacientes excepcionais e 20% deles geralmente sobrevivem, mesmo aos tipos mais graves da doença. Os que têm uma deficiência de auto-estima e acham que não têm lugar neste planeta desistem e morrem.

Crise e confronto são experiências que mudam a vida e nos permitem crescer. O tímido evita a crise ou o confronto por temer como poderá parecer aos outros, enquanto a pessoa que não é tímida não tem medo das suas emoções, de mostrar sua vulnerabilidade e fracassar ou ser rejeitada.

No que diz respeito às emoções, podemos sentirmo-nos totalmente esmagados por experiências passadas e, em conseqüência, evitar todas as áreas de crescimento. Talvez o nosso desconforto vá tão fundo e seja tão doloroso que é impossível tolerá-lo. Mas permitir, o entrar em contacto com a dor do passado, possibilitará que enfrentêmos os traumas subjacentes que possibilitarão que possámos entender por que estamos tão temerosos.

A jornada da auto-cura pode ser dolorosa, mas quando nos permitimos reconhecer o porquê desses comportamentos bloqueadores, um profundo entendimento interior emerge; começa-se, então, a amarmo-nos e a ser capaz de sair e amar os outros. Mudar padrões de comportamento profundamente enraizados pode levar tempo, no entanto a jornada da auto-descoberta pode libertar a beleza interior e única, que todos temos.

A primeira batalha, sem dúvida, é aceitar que têm um problema. A segunda, é encontrar um método de avaliar e vencer o problema. A diferença entre os que rompem o padrão da timidez e os que não conseguem fazer isso, está na disposição dos primeiros e no acesso à ajuda terapêutica de apoio.
Ao combinar a determinação de vencer a timidez com técnicas comprovadamente eficientes, serão capazes de controlar a vossa vida e viver a vida que sempre quiseram.

Lembre-se de que foram necessários anos para alguém ser tão tímido como é hoje. É provável que tenham dedicado muito tempo e esforço para serem como são actualmente!

Mas existe a possibilidade de reprogramar as mensagens subconscientes em seu cérebro e “reconstruir a casa”. Certo que levará tempo, mas cada sucesso é mais um tijolo que acrescenta à sua parede, certo?

Como, ao aprender a jogar tênis, conseguirão melhores resultados, se se concentrarem numa jogada de cada vez, adquirindo domínio sobre ela, avançando e progredindo devagar mas com firmeza.

Aprenda com cada golpe e não se culpe se não conseguir resultados imediatos. Dê tempo a si mesmo.
Quando aprender a romper os padrões destrutivos de pensamento, discurso e comportamento, conseguirá transformar radicalmente a sua vida, tornando-se cada vez mais confiante e habilidoso, capaz de ir atrás dos seus sonhos e objetivos.

Não se esqueçam que cada um de nós, somos cada um, um ser humano especial e único. O problema é que, neste momento, muitos não reconhecem isso.